terça-feira, 1 de dezembro de 2015

o desenvolvimento - 0 a 6 meses {resumo}

O desenvolvimento dos 0 aos 6 meses

Aproximadamente com 1 mês e meio até 4 meses o lactente depois de executar por acaso uma ação que provoca uma satisfação, passa a repetir essa mesma ação repetidas vezes. Durante esses primeiros meses de vida, a criança aprende por repetição. Um exemplo é quando ela suga o polegar, primeiramente num movimento aleatório; depois repete essa ação em vista da satisfação gerada.
Nessa fase que os bebês começam a atentar para os sons, demonstrando capacidade de coordenar diferentes tipos de informações sensoriais, como visão e audição, e a coordenar seu universo visual com o tátil.

A partir dos 4 meses:
Começa a compreender suas ações e os resultados externos.
A criança começa a repetir ações intencionamente, um gatilho para começar a responder de acordo com o ambiente.
Desenvolve é a vocalização, emite sons que são selecionados pelos pais, sendo reforçados, começa a imitar
Aos 6 meses compreende palavras familiares.

Aos 6 meses:
Atitude: Simétrica.
Tono e reflexo: Hipotonia fisiológica
Reflexos profundos semelhantes ao adulto.
Reflexos primitivos: Presentes: Preensão plantar, cutâneo plantar extensor. Desapareceram: sucção, preensão palmar, moro, mão a boca.
Funções Cerebrais superiores: (audição/linguagem/gnosias)
Atende pelo nome, demonstra estranheza diante de desconhecidos, localiza o som lateralmente, usa vogais associadas a consoantes (lalação) e produz sílabas repetidas sem significado.
Equilibrio estático: Senta com apoio, iniciando sem apoio.
Equilíbrio dinamico: Muda de decúbito.
Coordenação Apendicular: Retira pano do rosto, preensão voluntária.


Patricia Tella, MD
patriciatella@gmail.com


The delay rate at 6 months and the association with psychosocial and environmental factors.

Tella, PC. Neurodevelopment assessment in a birth cohort, the delay rate at 6 months and the association with psychosocial and environmental factors. [Dissertation]. São Paulo: Faculty of Medicine, University of São Paulo, in 2015.

This study is a subproject of Developmental Psychiatry Institute entitled "New Tools in Child Development Understanding: Gene-Environment Interaction and Connectivity Neuronal", funded by FAPESP and approved by CAPPESQ with protocol number 0054/09.

It aims to characterize the neurological development of children aged 6 to 8 months by the Bayley scale in a population-based sample. It is expected, therefore, to estimate the prevalence of delay and the identification of psychosocial and environmental risk factors. The first years are particularly important in the life cycle, when is the rapid growth and development of the brain, making it vulnerable to exposure to different biological and psychosocial risk factors. Biological factors generally are accompanied by psychosocial and environmental factors that increase its effect. These adverse conditions are a risk factor and threat to child development. The importance and the impact of delays in the development of the child’s future, the earlier identified the delay development, the risk could be smaller. The purpose of this thesis was to characterize the neurological development of children 6-9 months ago through the Bayley scale in a population-based sample, then estimate the prevalence of delay and identifying psychosocial and environmental risk factors. A longitudinal epidemiological study of birth cohort with three segments, the first interview with the pregnant woman, to collect socioeconomic data and the psychiatric diagnoses interview, the second meeting to check psychiatric diagnoses in the postpartum period, data of birth and infant feeding. At last, on six months, implementation the Bayley Scale of Development. Evaluated 368 infants, 15.4% children were classified as significant delay in at least one of the areas, among them 10.87% had delayed motor development, language delay total of 8.15% and 3.01 % of infants were delayed cognitive. In analysis, found that cognitive development was the factor with the largest association of maternal stress factors. Disorders, mood during pregnancy, psychotic disorder and anxiety disorder in the postpartum period, economic class, maternal education, teenage mother and smoking during pregnancy were associated with delayed development even after adjusting for confounding factors. It is concluded that, psychiatric disorders are predictors of delay in psychomotor development at 6 months of age. This study shows the importance of screening to identify possible developmental delays, for subsequent intervention programs to prevent or minimize future hazards and allow the child to develop to their full potential.


Keywords: development; risk factors; infants.

Patrícia Tella, M.D
patriciatella@gmail.com

O atraso no desenvolvimento aos 6 meses

Tella, PC. Avaliação do desenvolvimento neuropsicomotor em uma coorte de nascimento, a frequência de atraso aos 6 meses e a associação com fatores  psicossociais e ambientais. [Dissertação]. São Paulo: Faculdade de Medicina, Universidade de São Paulo, 2015.

O presente estudo é um subprojeto do Instituto de Psiquiatria do  Desenvolvimento intitulado “Novas Ferramentas na Compreensão do Desenvolvimento Infantil: a Interação Gene-Ambiente e Conectividade Neuronal”, financiado pela FAPESP e aprovado pela CAPPESQ com o número  de protocolo 0054/09.

Os primeiros anos são particularmente importantes no ciclo vital, é rápido o crescimento e desenvolvimento do cérebro, tornando-se  vulnerável à exposição a diferentes fatores de risco biológicos e psicossociais.  Os fatores biológicos, em geral, são acompanhados por fatores psicossociais e ambientais que potencializam o seu efeito. Essas condições adversas são fatores de risco e ameaça ao desenvolvimento infantil. Devido à importância e ao impacto dos atrasos no desenvolvimento sobre o futuro da criança, quanto mais precocemente forem identificadas as crianças de maior risco, menor o agravamento futuro. O objetivo dessa dissertação foi caracterizar o desenvolvimento neuropsicomotor de crianças de 6 a 9 meses através da Escala Bayley de Desenvolvimento, em uma amostra de base populacional. Estimou-se a prevalência de atraso e a identificou os fatores de risco psicossociais e ambientais associados. É um estudo epidemiológico de coorte de nascimento longitudinal, com três seguimentos. A primeira entrevista com a gestante, para coleta de dados socioeconômicos e a entrevista para diagnósticos psiquiátricos, o segundo encontro para verificar diagnósticos psiquiátricos no puerpério, dados de nascimento e alimentação do lactente e por último aos 6 meses a aplicação da Escala Bayley. Avaliados 368 lactentes, encontramos 15,4% das crianças classificadas com atraso significativo em pelo menos um dos domínios, entre eles 10,87% tiveram atraso no desenvolvimento motor, com déficit de linguagem o total de 8,15% e 3,01% dos lactentes apresentaram atraso no desenvolvimento cognitivo aos 6 meses. Em analises constatou que o desenvolvimento cognitivo foi o fator com maior associação a fatores de estresse materno. Os transtornos, de humor durante a gestação, transtorno psicótico e transtorno de ansiedade no puerpério, a classe econômica, escolaridade materno, mãe adolescente e fumo durante a gestação, foram associados ao atraso no desenvolvimento mesmo após ajustes para fatores confundidores. Conclui-se que os transtornos psiquiátricos são preditores de atraso no desenvolvimento neuropsicomotor aos 6 meses de idade. Esse estudo mostra a importância da triagem para identificação de possíveis atrasos no desenvolvimento, para consequentes programas de intervenção a fim de evitar ou minimizar agravos futuros e possibilitar a criança desenvolver-se com todo seu potencial.


Palavras-Chave: desenvolvimento; fatores de risco; lactentes.

Patricia Tella, M.D.
contato: patriciatella@usp.br

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Chá de gengibre, limão, hortelã, mel e canela.



Já falamos aqui sobre os benefícios do chá verde, e hoje, vamos falar de um chá composto por gengibre, limão, hortelã, mel e canela.

O Gengibre possui ação bactericida, é desintoxicante e ainda melhora o desempenho do sistema digestivo, respiratório e circulatório. O gengibre também é um reconhecido alimento termogênico, capaz de acelerar o metabolismo e favorecer a queima de gordura corporal.  Um estudo recente, publicado no European Journal of Nutrition, mostrou que o consumo de 2g/dia de gengibre em mulheres obesas levou a perda de peso significativa e melhor perfil metabólico. Já o Limão, é uma fonte rica em vitamina C, reduz os radicais livres, além de controlar o PH sanguíneo.  A Hortelã tem ação digestiva e é rica em vitaminas e minerais. O Mel possui ação anti-séptica e auxilia o funcionamento intestinal, e por essa razão, sua inclusão em pequenas quantidades na dieta pode ser benéfica. A Canela é uma boa fonte de ferro, de cálcio, fibras e de manganês, além de ser um potente antioxidante. A canela também pode ser um coadjuvante no combate a compulsão por doces . 


Aproveite seu chá!

Verônica Euclydes Colovati
Nutricionista CRN 29039
Mestre em Nutrição Humana Aplicada-USP

TDAH


terça-feira, 18 de agosto de 2015

O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH)


É um transtorno neurobiológico, de causas genéticas, tem inicio na infância e frequentemente acompanha o indivíduo por toda a sua vida. Caracteriza-se por sintomas de desatenção, inquietude e impulsividade.

TDAH na infância em geral se associa a dificuldades:
- Na escola, nos relacionamentos com outras crianças, pais e professores.
- Essas crianças são tidas como "avoadas", "vivendo no mundo da lua" e geralmente "estabanadas".
- Os meninos normalmente apresentam mais sintomas de hiperatividade e impulsividade, mas meninos e meninas são desatentos.
- Crianças e adolescentes com TDAH podem apresentar outros problemas de comportamento, como por exemplo, dificuldades com regras e limites.

Em adultos:
- Ocorrem problemas de desatenção, tanto para coisas do cotidiano, quanto no trabalho.
- Geralmente são muito esquecidos, inquietos, mudam de assunto e atividade frequentemente e impulsivos.

Uma vez li um artigo explicando o TDAH de uma forma bem simples e didática:
TDAH é como se fossem filtros quebrados.
Vamos dizer que não tem o TDAH, tivessem uma espécie de filtro, onde 99% de coisas irrelevante que acontecem atravessam sua mente, e elas simplesmente as excluem antes que se tornem conscientes disso.
Vamos supor, que a sua área de trabalho mental é como um enorme quadro branco, pronto para realizar e organizar informações úteis.

As pessoas com TDAH, não têm tal luxo de descarte. Então, a pessoa com TDAH está no meio de uma tarefa mental importante, assim ela precisaria secretar as informações necessárias e várias outras deveriam ser descartadas, nessa analogia com o quadro branco, é como se cada coisa que passa a sua frente é escrito diretamente no quadro branco, e em negrito, sublinhado em letras vermelhas, não importa o que é, e não importa se há utilidade ou não, além disso, é como se essas informações que não são uteis naquele momento chamassem mais atenção. E isso acontece o tempo todo, e é como se eles precisassem examinar cada pensamento e sua relevância, e tentam desesperadamente lembrar o que era o seu pensamento inicia e o que é importante para a realização dessa tarefa.

Mas para isso existem tratamentos com psicólogos e psiquiatras, é importante procurar profissionais especialista no assunto

E pra finalizar, vou tentar ajudar com algumas regrinhas básicas para os pais e cuidadores

  1. Reforçar o que há de melhor na criança. (Não se esqueça de elogiar! O estímulo nunca é demais).
  2. Procurar conversar sempre com a criança sobre como está se sentindo. 
  3. Aprender a controlar a própria impaciência.
  4. Estabeleça regras e limites dentro de casa. 
  5. Não cobre resultados, cobre empenho.
  6. Seja claro e direto, de preferência falando de frente e olhando nos olhos.
  7. Não exigir mais do que a criança pode dar, lembrem-se de considerar a idade.
  8. Ensinar a criança a não interromper as suas atividades: tentar finalizar tudo aquilo que começa.
  9. Organizar e arrumar o ambiente, como um meio de otimizar as chances para sucesso.
  10. O local de estudos não pode ser um local repleto de estímulos diferentes: um monte de brinquedo, pôsteres.
  11. Tentar não prolongar muito atividades que requerem muita concentração, por exemplo intercalando-a com outras coisas agradáveis.
  12. É importante sempre que os pais mantenham seus filhos motivados, pacientes e persistentes.


PPor Patrícia Constantino de Tella. 
ccontato patriciatella@usp.br

terça-feira, 5 de maio de 2015

Desenvolvimento Infantil: a importância da avaliação e estimulação precoce.

Por sigilo burocrático, ainda não podemos divulgar resultados das nossas dissertações de mestrado, mas assim que possível publicarei aqui com imenso prazer. 

 Nossa pesquisa feita em no Hospital das Clínicas da USP, em parceria com a Psiquiatria e a Pediatria, acompanhamos 900 famílias, quando as mães estavam gestantes até os 3 anos de vida das crianças, com visitas periódicas a cada 3 ou 6 meses, avaliando questões psiquiátricas da família, situação socioeconômica, fatores estressores familiares, violência doméstica, dependência e abuso de substâncias, cuidados alimentares e histórico de saúde. Além de fatores biológicos e o ambiente em que a família vivia. 

Como ainda não podemos publicar nenhum dado, achei interessante pelo menos alertar a importância da observação do desenvolvimento infantil. Já que meu trabalho é sobre atraso no desenvolvimento infantil e o desenvolvimento de transtornos psiquiátricos. 

Pergunto à mães, professoras e todos os cuidadores dessas crianças. Não escapam os pediatras, médicos de família e enfermeiras, vocês sabem realmente identificar os fatores de risco para um possível atraso no desenvolvimento ou um desenvolvimento de um transtorno psiquiátrico? Parece fácil a identificação, mas não é, ela necessita de profissionais especializados para o rastreio, por isso peço atenção, é preciso ter cautela e cuidado, principalmente nos 3 primeiros anos de vida.

Os primeiros anos de vida são extremamente importantes, nessa fase é rápido o crescimento e desenvolvimento do cérebro, determinando aspectos para o desenvolvimento, tonando-se vulnerável à exposição a diferentes fatores de risco. 

O aumento de crianças com atraso do desenvolvimento (sobrevida de prematuros extremos, diminuição da mortalidade infantil), há evidências de quanto mais precoce o diagnóstico, e a intervenção, menor será o impacto na vida da criança.

Devido à importância e o impacto dos atrasos no desenvolvimento, é fundamental a identificação precoce, é necessário que a avaliação seja de forma minuciosa e cautelosa, principalmente durante os primeiros anos de vida, quando o desenvolvimento é dinâmico e o impacto dos atrasos é mais importante.

Os fatores de risco relacionados ao atraso no desenvolvimento não são eventos isolados, mas resultantes da combinação de múltiplos fatores causais associados ao agravo de doenças futuras, justificando assim, a importância de acompanhamento precoce e adequado á população mais suscetível.

Essas ilustrações são apenas linhas de base, como avaliação padrão do DNPM (desenvomvimento neuropsicomotor), normalmente feita em consultas periódicas feitas pelo pediatra. Essa avaliação é fundamental, mas para verificação de suspeitas de atraso é necessário à procura de um profissional especializado para avaliação mais complexa e minuciosa.





 Ilustrações retiradas do artigo Rotta e Fleming (2004)

Nessa pesquisa teve participação de outros pesquisadores, além da participação dos nossos orientadores, Professores Doutores renomados, que admiramos muito. Cada um com um tema diferente e de extrema relevância tanto para comunidade cientifica, profissionais da saúde e toda população.

A psicóloga Mariana Cintra, do nosso Instituto, também irá publicar mais detalhes assim que possível. Só para adiantar, a dissertação dela é sobre o Transtorno Psicótico no puerpério.

Por Patrícia Constantino de Tella
patriciatella@usp.br

Bolo de Amendoim light



Segue receita de bolo de amendoim:


Bolo de farinha de amendoim!
Ótima opção para um lanche, rico em proteínas!
2 xícaras de amendoim torrado triturado
5 ovos
4 colheres de leite de coco
5 colheres de açúcar mascavo
1 colher de fermento em pó!!
Rende aproximadamente 15 porções!!!


Por Verônica Euclydes 

O Café


Um alimemto cheio de cultura impregnada!
O café participou, até mesmo como protagonista, na história econômica do nosso país. Alguns autores registram seu consumo no país desde o ano de 1727. Por quase 1 século, o café foi a grande riqueza brasileira e desde então se tornou indissociável na cultura alimentar no país...
Além disso, é uma importante fonte de antioxidantes. Um estudo recente publicado em maio deste ano, na American Journals Clinical Nutrition, mostrou que o consumo de habitual de café está associado a um risco menor de mortalidade por doença cardiovascular, cerebrovascular e respiratória. 

Mas, nem por isso está liberado sem moderação, né? Também possui alguns fatores antinutricionais, tais como fitatos e taninos. Por isso é interessante dar um pequeno intervalo para ingerir após as refeições principais.

Por Veronica Euclydes 
         


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Mudança


Há algum tempo tenho pensado em escrever sobre “mudanças”. Esse tema me vem à cabeça sempre, até porque, é muito constante no consultório chegar pacientes com perspectiva de alguma mudança em suas vidas.
Pais desejando um comportamento mais adequado aos filhos, casais esperando conseguir um melhor convívio, pessoas querendo superar a ansiedade ou a depressão, a busca incansável por um corpo melhor, a tentativa de mudanças de hábitos de vida para sua saúde ou simplesmente por queixa não identificada, são exemplos de mudanças usuais que pessoas buscam em suas vidas.
O que todas essas pessoas têm em comum? A grande dificuldade de mudar...
E essa dificuldade está relacionada a todo sacrifício, tempo e tolerância exigidos, assim como aos inevitáveis erros, acertos e desafios ao longo desse caminho.
As pessoas se tornem resitentes à mudança, é da ordem do desconhecido. Muitas vezes necessária, porém gera um desconforto muito grande, pois não se sabe ao certo o que vai acontecer. Isso provoca ansiedade e muitas vezes a pessoa resiste, o que erroneamente, traz a idéia de conforto.
Para o Analista do Comportamento, a resistência à mudança indica como as contingências se operam em relação à pessoa, ou seja, qual a conseqüência daquele comportamento em relação a sua vida. Exemplos práticos são de pessoas que chegam ao consultório queixando-se que querem emagrecer. No caso, a comida tem todo um comportamento social, é um reforço imediato e ainda tem fatores biológicos envolvidos para a pessoa querer consumir mais aquele alimento que ela não deseja mais. 
A contingência é a formula que a análise do comportamento se utiliza para estudar e entender como certos comportamentos foram formados e como eles se mantêm atualmente. 
A Análise do Comportamento é uma área de investigação conceitual, empírica e aplicada do comportamento. Busca predizê-lo e compreendê-lo, bem como os seus determinantes. Ela procura entender o ser humano em sua interação com o meio.
Ao falar de Análise do Comportamento, deve-se falar também de B. F. Skinner (1904-1990), um importante pesquisador que influenciou sobremaneira a forma como hoje vemos o behaviorismo. Skinner acreditava que o comportamento humano, por mais complexo que fosse, podia sim ser estudado cientificamente, e mostrou em seus estudos que é possível, e plausível, a união de uma ciência do comportamento com fenômenos complexos e subjetivos ao ser humano, como a emoção.
Quando um tipo de comportamento opera sobre o ambiente e é afetado por suas modificações em que sua maior fonte de controle encontra-se nos estímulos conseqüentes, recebe o nome de comportamento operante. O tipo de conseqüência que altera a probabilidade do comportamento acontecer é o reforço. Toda a história de reforçamento de um indivíduo influencia na sua aprendizagem e é essa aprendizagem que o fará associar eventos passados de sua vida com situações atuais que desencadearão classes de respostas emocionais. (Skinner, 1974)


 Por Patrícia Constantino de Tella e Mariana Vieira Cintra

Dúvidas/ comentários: patriciatella@gmail.com

Preconceito

Resolvi escrever sobre esse tema, pois há tempos venho observando na minha prática

clínica queixas de pessoas que sofreram e que passaram por algum tipo de

discriminação, insulto e o quanto isso afetou a autoestima e a maneira delas de se

posicionarem socialmente.

Estamos o tempo todo ouvindo na TV e nos outros meios de comunicação, relatos,

acompanhados de indignação por grande parte da população, e verificando graves

consequências na vida de quem passou por isso.

A princípio, e talvez mais frequente pelo menos no que tenho observado, conversando

com colegas e amigos, é a queixa de pessoas que estão fisicamente fora dos padrões

considerados ideais pela nossa sociedade atual. O Obeso, o idoso, o portador de

necessidades especiais, o negro, o menos favorecido socialmente, aquele que por uma

razão ou outra é mais fechado, menos comunicativo e por aí vai. Todos que de alguma

forma, não correspondem ao ideal de ser humano nos padrões estabelecidos pela nossa

cultura, dignos de acrescentar algo bom e de ter sucesso.

Para ter sucesso, ser bem aceito no trabalho, nos relacionamentos interpessoais, um

primeiro aspecto super valorizado é a aparência. A inteligência, a simpatia, o jogo de

cintura, a habilidade em lidar com o outro, a capacidade de produção, de se relacionar,

aparecem depois. Mas pra isso, a pessoa também precisa acredita em si mesma, no seu

potencial e aguardar o momento certo de se reconhecido.

Enquanto isso não acontece, para algumas pessoas, fica difícil enfrentar o mundo de

cabeça erguida e ignorar na maioria das vezes os insultos e a discriminação por ela

sofridos.

Eu como psicóloga, acredito muito no poder da palavra. A palavra dita de modo suave

ou firme, com tom agressivo ou acolhedor, fazem muita diferença na vida daquele para

o qual a palavra é direcionada.

Mas não é só de palavras que uma comunicação é estabelecida. O olhar, também diz

muito. Todos sabemos disso. Tanto é que às vezes alguém diz algo, mas a maneira de

olhar e de se posicionar é outra, e aí fica uma dúvida.  Um incômodo começa a fazer

parte dos pensamentos daquela pessoa, que recebeu a informação, e isso pode começar a

afetar suas atitudes, e sentimentos novos de desconfiança e menos valia começam a

fazer parte da vida, claro, se a comunicação passar a ser feita de modo desrespeitoso,

depreciativo.

Não são todos que conseguem retrucar, se posicionar. Ainda mais se tratando de uma

ofensa em que a pessoa realmente acredita que ela se encaixa perfeitamente naquele

lugar.

É muito comum, as pessoas dizerem que são sinceras e verdadeiras o tempo todo e se o

outro não dá conta problema dele. Será que sinceridade e verdade tem a ver com isso?

Será que não existe outra forma de dizer o que se pensa? O outro pediu sua opinião? Ele

quis saber o que você pensa sobre ele?

Existem casos em que sim, a opinião do outro foi solicitada, e geralmente isso é feito

para alguém em quem se confia. Ok. Quem pergunta está sujeito mesmo a ouvir coisas

que não quer. Mas e quem não pergunta e leva um “tóim” de surpresa? Ainda mais se

referindo à sua pessoa?

Imagine uma somatória de situações como essas acontecendo frequentemente na vida de

alguém. Podemos considerar até um processo iniciado já na infância, pelos pais,

professores e colegas. Qual será o resultado? Pessoas infelizes, com baixa autoestima,

depressivas, ansiosas e por aí vai.

Não posso escrever aqui tudo o que penso sobre o assunto, pois ficaria muito extenso e

não é minha intenção. O que pretendo aqui é deixar um recado para que as pessoas

pensem um pouco sobre essa questão . Sempre a opinião é muito importante.

Por Mariana Vieira Cintra

O Amor

“Afeição profunda a outrem, a ponto de estabelecer um vínculo afetivo intenso, capaz de doações próprias, até o sacrifício. Dedicação extrema e carinhosa. Sentimento profundo e calorosode atração que um sexo experimenta pelo outro. Apego. Carinho; ternura.  Cuidado; zêlo.  Fig. Pessoa amada, ser amado. s.m.pl.(os) Relações amorosas; namoro.”
Para a ciência, o amor é um complexo fenômeno neurobiológico, baseado em atividades cerebrais, que incluem principalmente certas moléculas, denominadas de hormônios. Esse nome é de origem grega, significando “incitar”, exatamente porque os hormônios têm a função de levar mensagens químicas, coordenando as atividades de diferentes células em organismos multicelulares.

"O que é o Amor se não outro nome para reforçamento positivo?" “Eu o amo” significa “Você me dá prazer ou me faz sentir-me bem”. Mas, as contingências responsáveis pelo que é sentido devem ser mais analisadas. Skinner
Cães amam seus amigos e mordem seus inimigos, bem diferente das pessoas, que são incapazes de sentir amor puro e têm sempre que misturar amor e ódio em suas relações”  Freud

“Na minha memória - tão congestionada - e no meu coração - tão cheio de marcas e poços - você ocupa um dos lugares mais bonitos.” Caio Abreu

"Não saber explicar o que se sente por quem você quer todo momento, é amar." Fernando Pessoa.

E para Platão, “o amor é a busca da beleza, da elevação em todos os níveis, o que não exclui a dimensão do corpo.”

Como é difícil falar de amor né?

É muito comum pacientes perguntando "Será que ele (a) me ama?", "Ele (a) não me ama/demonstra assim como eu"... Como o amor é subjetivo né? E por isso não mensurável...


As experiências são totalmente individuais, os sentimentos podem ser os mesmos, porém distintos... Distintos na maneira de vivenciar, distintos no jeito de demonstrar... 
Nascemos amando ou aprendemos a amar? O que aprendemos sobre o que é o amor? Como isso foi nos passado pelos pais/cuidadores? Acho que isso pode explicar muito do que somos hoje e de como demonstramos nossos sentimentos.
Alguns sentem-se tristes e choram, outros se calam e assim vai... Com o amor também é ser assim...

Por Patricia Constantino de Tella
Dúvidas, Comentários: patriciatella@usp.br

terça-feira, 10 de março de 2015

Querem saber uma fofoca?

Com o mundo rápido da internet, a epidemia virtual incontornável, um simples clique e tudo torna-se público e possível... 
Vídeos constrangedores de pessoas como você que cometeram erros em público, deixaram-se enganar por confiar demais ou simplesmente se tornaram vítima de boatos, se espalham em uma velocidade inimaginável, de forma incontrolável e instantânea, passam a ser duramente e, muitas vezes, injustiçadamente julgadas por parte significativa da população... Não esquecendo que, em alguns casos, tudo não passa de uma invenção mal intencionada...
Fiquei pensando muito em quanto esse título seria atrativo, pelo apetite insaciável de saber alguma coisinha... Tenho vários questionamentos... Qual a repercussão disso? Qual o tamanho da atração isso tem? 
Reality Show, instagram, vídeos caseiros, fotos... Enfim, fiquei refletindo: O que satisfaz tanto os telespectadores? Qual é a satisfação em poder dar aquela olhadinha na "vida" do vizinho? E coloquei vida entre aspas, porque, na maioria dos casos, o que vemos não representa o que realmente é a vida desta(s) pessoa(s). Espiar e observar, mesmo que pouco, e sentir-se satisfeito por sua imaginação!! 
Ressalto aqui que não me refiro apenas às desgraças alheias (que com certeza chamam muita atenção). Também acredito que muitos se sentem satisfeitos por verem a felicidade e sucesso de terceiros, imaginando e se vangloriando por histórias que não as suas... 
Como é engraçado pensar que as vezes achamos que conhecemos alguém simplesmente por ver fotos, cenas, frases ou mesmo por ouvir estória(s) contada(s) por terceiros, sem ao menos saber a verdadeira história de vida desta pessoa. Observar atos, momentos, fotos, vídeos e julgar como se tivesse o entendimento e conhecimento integral da situação virou algo usual. Não que julgar seja totalmente errado, mas será que se fossemos mais esclarecidos e cientes de que aquela "verdade" talvez seja só nossa, as coisas não seriam mais fáceis? Pois mesmo aquilo que vivemos ao lado de alguém, muitas vezes, pode ter interpretações distintas por aqueles que vivenciaram a mesma coisa. As experiências são totalmente individuais... 
Ao receber vídeos e fofocas de pessoas que nunca vimos e observar a repercussão instantânea de momentos que tenho certeza que muitos gostariam de apagar de suas vidas, fico imaginando o quão sério isto é e o quanto pode prejudicar a vida dessas pessoas que passaram por esses tipos de situações... 
Um dia estava assistindo um filme e nele veio uma mensagem que achei muito interessante: 
Uma moça foi até um padre confessar pois queria ser perdoada por uma fofoca, já que ela tinha se arrependido muito e sentia-se muito culpada por ter gerado tanto sofrimento a uma pessoa. Pois então o padre pediu a moça: "eu a perdoo, mas antes vá até o telhado de sua casa com um travesseiro e uma faca e corte esse travesseiro. Depois volte aqui para me dizer o que aconteceu". Essa moça, muito fiel a sua religião, fez o que o padre pediu e voltou para a igreja. Ao encontrar o padre ela o perguntou se agora ela estava perdoada. O padre então perguntou à moça "antes quero saber o que aconteceu quando você rasgou o travesseiro como pedi" e ela disse que o travesseiro havia rasgado e penas tinham voado por todos os lados. Então o padre disse "para te perdoar, preciso que a senhora pegue cada pena". A mulher indignada com o pedido do padre disse "mas padre, isso seria impossível, o vento as levou para todo canto, não conseguirei achar todas" e ele respondeu "assim acontece com a fofoca..." (é importantes as vezes demonstrar de uma forma mais concreta para podermos ter mais clareza das conseqüências - e não precisa ser católico ou religioso para entender essa parábola né?!)
Mas enfim...acho que nem mesmo todo o entendimento do mundo faria extinguir esse vício, mas talvez ajudaria a ter mais cautela nos julgamentos. 
Lembrem-se: somos humanos e ainda cometeremos muitos erros enquanto estivermos vivos. Assim, não podemos esquecer que também poderemos ser alvo de julgamentos vazios e precipitados... 
Até o próximo clique, o próximo erro alheio, o próximo post, a próxima fofoca... 

Por Patricia Constantino de Tella 
contato patriciatella@usp.br

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Ansiedade

Quem nunca ouviu falar ou nunca sentiu ansiedade ao longo da vida? Pois é, acredito que todo mundo. Além do que, o termo ansiedade está cada vez mais presente e sendo cada mais comentado pelas pessoas, nas rodas de conversa, como um sentimento ruim, que causa incômodo dependendo da intensidade e da frequência em que é sentida.
É possível viver sem ansiedade? Não, não é possível viver sem ansiedade, mesmo porquê existe nela um aspecto importante para todos nós, que é o sentimento que nos move e nos permite uma preparação melhor para o enfrentamento de novas situações que a vida nos impõe, pois sabemos que estamos diante de um desafio e que queremos vencê-lo. Neste caso, a ansiedade torna-se nossa aliada.
O que percebe-se hoje, é que em função do grande número de informações e de exigências que o mundo competitivo nos oferece, ela é sentida com maior frequência. Dependendo do grau em que a ansiedade é vivenciada, ela pode ao invés de impulsionar a pessoa para a ação, fazer com que ela se sinta paralisada, atrapalhando e muito a pessoa de se desenvolver e ter atitudes mais positivas diante de seus problemas e dificuldades.
 Quando a ansiedade começa a atrapalhar o curso natural da vida de uma pessoa, ela precisa ser cuidada.
 Uma mistura de sentimentos e sensações que vivenciamos no dia-a-dia, relacionadas à expectativa de realizar uma tarefa, de conquistar alguma coisa que consideramos importante para nossa existência, onde muitas vezes não se sabe exatamente o que é e como fazer, pode interferir de modo negativo provocando novas sensações e sentimentos desconfortáveis, virando uma “bola de neve”. Esse sentimento “ruim” acaba ganhando força e daí o problema está instalado.
Idéias catastróficas começam a ganhar força, o sentimento de impotência, perda da confiança em si mesmo, medo de enfrentar o mundo e as pessoas, acompanhado de sensações físicas como taquicardia, sudorese, desconforto abdominal, dando a sensação de que vai morrer! Nossa, quanto sofrimento... mas isso tudo pode ser elaborado, aliviado com a ajuda de um psicólogo, um psiquiatra e outros profissionais em conjunto conforme cada caso em particular. O importante é saber que sempre existe uma maneira de se reorganizar e ter uma vida melhor, com mais qualidade. Pedir ajuda não é sinal de fraqueza, e sim um gesto de coragem e vontade de sair da situação que tem trazido tanto sofrimento para vida.

O IMD – Instituto Multidisplinar do Desenvolvimento, busca oferecer junto aos seus pacientes, recursos seguros e eficientes para amenizar esse sofrimento tão presente e incômodo do nosso século atual.


Por Mariana Cintra

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

DIETA, MICROBIOTA E DEPRESSÃO



As últimas décadas foram de intensa importância para o avanço das ciências da saúde.

E nesse sentido, o intestino passou a atrair uma atenção especial: é através dele que os nutrientes ingeridos pela dieta são absorvidos para todo organismo. Acredito que todo mundo já ouviu falar que nosso intestino é colonizado por microrganismos mas, foi nestes últimos anos que esses organismos vivos passaram a ter um papel conhecido no processo saúde-doença. A diabetes mellitus, a obesidade e doenças cardiovasculares já foram associadas com a colonização microbiana do intestino, porém o foco hoje será dado a uma doença mental cada vez mais comum, a depressão.

Tradicionalmente, a depressão tem sido associada a causas psicológicas e biológicas, e um tremendo progresso tem sido observado no conhecimento do eixo intestino-cérebro. 

Estudos com roedores criados em ambiente livre de germes, tem apontado a microbiota intestinal como fator de  influencia no desenvolvimento do comportamento emocional,stress, modulação da dor e  nos sistemas de neurotransmissores no cérebro.

O reconhecimento de que a microbiota intestinal interage de forma bidirecional com outros fatores de risco ambientais, como dieta e estresse, sugere a importância de intervenções dietéticas voltadas para a microbiota do intestino para a prevenção e tratamento de doenças de saúde mental comuns.

Procure um profissional especializado para auxiliar na modulação de sua microbiota intestinal através da sua alimentação.


Por: Verônica Euclydes

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

Chá verde Emagrece?


Um recente trabalho de revisão, que envolveu 154 estudos com pessoas que consumiram chá verde ou extrato de chá verde, por no mínimo 12 semanas, mostrou que estes indivíduos tiveram uma redução de % de gordura muito tênue,sem relevância clínica. Porém, outro estudo recente mostrou que, o consumo do chá verde pode reduzir a adipogênese (aumento das células de gordura). Além disso, o chá verde é rico em compostos bioativos, como a epigalocatequina, um poderoso antioxidante e também possui ação fungicida, importante para pessoas mais suscetíveis à candidíase.

Obs.: Tenham atenção redobrada quanto aos alimentos industrializados que alegam os benefícios do chá verde no produto, porém com ingredientes altamente processados acrescidos de inúmeros aditivos químicos.

Por Veronica Euclydes

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

A Felicidade

Há algum tempo venho pensando em escrever sobre este assunto. Não por acaso claro, já que vejo muitas pessoas se perguntando sobre o tema e é muito comum receber no consultório queixas de infelicidade e insegurança... 

Assim, fiquei refletindo sobre o que poderíamos chamar de FELICIDADE... Algo diferente do que encontramos em revistas, corpos perfeitos, viagens ou luxo...  

E depois de muita reflexão, penso que felicidade não está, necessariamente, ligada a uma vida abstente de problemas, ausência de coisas que possam nos aborrecer ou causar dor...

Felicidade está relacionada à sabermos enfrentar os obstáculos e problemas, mesmo que fracassando em alguns momentos, e saber tirar proveito da experiência. 

Skinner disse “um fracasso não é sempre um erro, ele pode ser simplesmente o melhor que se pode fazer, dadas as circunstâncias. O verdadeiro erro é parar de tentar.”

O sofrimento as vezes é inevitável. Errar também é, mas aprender e seguir em frente é uma escolha que você tem e ser seguro das atitudes que precisamos tomar diante da vida precisa de autoconhecimento e muita segurança em si mesmo. Será que assim há felicidade? 

Também penso que a felicidade pode ser um sentimento singular, que independente de outras pessoas ou de bens materiais, mas apenas de nós mesmos. Isso, é claro, não se esquecendo que temos fatores químicos, biológicos envolvidos nos nossos sentimento... Posso discorrer sobre isso futuramente, hoje será uma breve reflexão de como poderíamos conseguir ter a felicidade plena.  

"Os principais problemas enfrentados hoje pelo mundo só poderão ser resolvidos se melhorarmos nossa compreensão do comportamento humano" (Skinner, 1974, p.8) 

É aí que entra a terapia, consciência do nosso ambiente (das pessoas, das situações e de nós mesmos, compreensão de nossos sentimentos) para, assim, conseguir de maneira confiante a conquista de uma vida mais constante e harmônica. 

"O auto-conhecimento tem um valor especial para o próprio indivíduo. Uma pessoa que se ‘tornou consciente de si mesma’, por meio de perguntas que lhe foram feitas, está em melhor posição de prever e controlar seu próprio comportamento." (Skinner, 1974, p.31) 


Por Patrícia Constantino de Tella

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Bolo de Cenoura Fit



Misture os ingredientes e bata em um liquidificador. 


Depois coloque em uma frigideira antiaderente, deixe dourar de um lado e vire.

Cobertura: 

Derreta chocolate meio-amargo, ou opte pelos chocolates com maior porcentagem de cacau. 


Mesmo sendo saudável, é preciso comer com moderação!!! 


ACABE COM SUA DOR NO PILATES


 
 
O Pilates é atualmente um dos métodos mais procurados por aqueles indivíduos que querem cuidar do corpo, da postura e da própria consciência corporal, mas muitos nao sabem que o pilates tem também excelentes resultados para a reabilitação.
Problemas como  dores crônicas,  hernias de disco,disfunções ortopédicas (joelho e quadril), desordens neurológicas (mal de Parkinson, esclerose múltipla) e desalinhamentos posturais, estes sao alguns dos exemplos de patologias que reabitamos no espaço cyclum através do pilates
Oferecemos sessões individuais e em dupla, com fisioterapeutas que possuem amplo conhecimento da técnica e patologia,  proporcionando ao cliente saúde e bem estar através do método e atendimento personalizado.

Por Marcela Jorge (fisioterapeuta)