Quem nunca ouviu falar
ou nunca sentiu ansiedade ao longo da vida? Pois é, acredito que todo mundo.
Além do que, o termo ansiedade está cada vez mais presente e sendo cada mais
comentado pelas pessoas, nas rodas de conversa, como um sentimento ruim, que
causa incômodo dependendo da intensidade e da frequência em que é sentida.
É possível viver sem
ansiedade? Não, não é possível viver sem ansiedade, mesmo porquê existe nela um
aspecto importante para todos nós, que é o sentimento que nos move e nos
permite uma preparação melhor para o enfrentamento de novas situações que a
vida nos impõe, pois sabemos que estamos diante de um desafio e que queremos
vencê-lo. Neste caso, a ansiedade torna-se nossa aliada.
O que percebe-se hoje,
é que em função do grande número de informações e de exigências que o mundo
competitivo nos oferece, ela é sentida com maior frequência. Dependendo do grau
em que a ansiedade é vivenciada, ela pode ao invés de impulsionar a pessoa para
a ação, fazer com que ela se sinta paralisada, atrapalhando e muito a pessoa de
se desenvolver e ter atitudes mais positivas diante de seus problemas e
dificuldades.
Quando a ansiedade começa a atrapalhar o curso
natural da vida de uma pessoa, ela precisa ser cuidada.
Uma mistura de sentimentos e sensações que
vivenciamos no dia-a-dia, relacionadas à expectativa de realizar uma tarefa, de
conquistar alguma coisa que consideramos importante para nossa existência, onde
muitas vezes não se sabe exatamente o que é e como fazer, pode interferir de modo
negativo provocando novas sensações e sentimentos desconfortáveis, virando uma “bola
de neve”. Esse sentimento “ruim” acaba ganhando força e daí o problema está
instalado.
Idéias catastróficas
começam a ganhar força, o sentimento de impotência, perda da confiança em si
mesmo, medo de enfrentar o mundo e as pessoas, acompanhado de sensações físicas
como taquicardia, sudorese, desconforto abdominal, dando a sensação de que vai
morrer! Nossa, quanto sofrimento... mas isso tudo pode ser elaborado, aliviado
com a ajuda de um psicólogo, um psiquiatra e outros profissionais em conjunto
conforme cada caso em particular. O importante é saber que sempre existe uma
maneira de se reorganizar e ter uma vida melhor, com mais qualidade. Pedir
ajuda não é sinal de fraqueza, e sim um gesto de coragem e vontade de sair da
situação que tem trazido tanto sofrimento para vida.
O IMD – Instituto Multidisplinar do Desenvolvimento, busca oferecer
junto aos seus pacientes, recursos seguros e eficientes para amenizar esse
sofrimento tão presente e incômodo do nosso século atual.
Por Mariana Cintra



