Há algum tempo venho pensando em escrever sobre este assunto.
Não por acaso claro, já que vejo muitas pessoas se perguntando sobre o tema e é
muito comum receber no consultório queixas de infelicidade e insegurança...
Assim, fiquei refletindo sobre o que poderíamos chamar de FELICIDADE... Algo diferente do que encontramos em revistas, corpos perfeitos, viagens ou luxo...
E depois de muita reflexão, penso que felicidade não está, necessariamente, ligada a uma vida abstente de problemas, ausência de coisas que possam nos aborrecer ou causar dor...
Assim, fiquei refletindo sobre o que poderíamos chamar de FELICIDADE... Algo diferente do que encontramos em revistas, corpos perfeitos, viagens ou luxo...
E depois de muita reflexão, penso que felicidade não está, necessariamente, ligada a uma vida abstente de problemas, ausência de coisas que possam nos aborrecer ou causar dor...
Felicidade está relacionada à
sabermos enfrentar os obstáculos e problemas, mesmo que fracassando em alguns
momentos, e saber tirar proveito da experiência.
Skinner disse “um fracasso não é sempre um erro,
ele pode ser simplesmente o melhor que se pode fazer, dadas as circunstâncias.
O verdadeiro erro é parar de tentar.”
O
sofrimento as vezes é inevitável. Errar também é, mas aprender e seguir em
frente é uma escolha que você tem e ser seguro das atitudes que precisamos
tomar diante da vida precisa de autoconhecimento e muita segurança em si mesmo.
Será que assim há felicidade?
Também penso que a felicidade pode ser um sentimento
singular, que independente de outras pessoas ou de bens materiais, mas
apenas de nós mesmos. Isso, é claro, não se esquecendo que temos fatores
químicos, biológicos envolvidos nos nossos sentimento... Posso discorrer sobre
isso futuramente, hoje será uma breve reflexão de como poderíamos conseguir ter
a felicidade plena.
"Os principais problemas enfrentados hoje pelo mundo só
poderão ser resolvidos se melhorarmos nossa compreensão do comportamento
humano" (Skinner, 1974, p.8)
É aí que entra a terapia, consciência do nosso ambiente (das
pessoas, das situações e de nós mesmos, compreensão de nossos sentimentos)
para, assim, conseguir de maneira confiante a conquista de uma vida mais
constante e harmônica.
"O auto-conhecimento tem um valor especial para o
próprio indivíduo. Uma pessoa que se ‘tornou consciente de si mesma’, por meio
de perguntas que lhe foram feitas, está em melhor posição de prever e controlar
seu próprio comportamento." (Skinner, 1974, p.31)
Por Patrícia
Constantino de Tella
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